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Óleos essenciais

Assim como os taninos hidrolisáveis citados em outra publicação, os óleos essenciais também são subprodutos do metabolismo secundário ou especial das plantas. E com foco em um assunto que repetimos muito devido tal importância, que é a busca por alternativas aos antimicrobianos promotores de crescimento, que tem causado resistência bacteriana, os óleos essenciais despontam junto aos ácidos orgânicos e os taninos hidrolisáveis.

Há uma diferença entre óleos essenciais e funcionais. Os funcionais são extraídos de sementes ou grãos, já os essenciais são extraídos da essência da planta. A utilização dos essenciais na nutrição animal visa à melhora da flora intestinal elevando índices zootécnicos

Ação antibacteriana

Tendo melhores resultados em bactérias Gram-positivas devido a menor complexidade de sua membrana, ao entrarem em contato com a bactéria, altera a permeabilidade da membrana, dificultando o transporte de íons e colapsando a produção e utilização de energia.

Antioxidante

A presença de compostos fenólicos nos óleos essenciais neutraliza radicais livres impedindo a ação oxidativa. Os óleos ricos em timol e carcravol apresentam maiores efeitos antioxidantes.

Alguns exemplos de óleos essenciais

Canela: Os principais princípios ativos são o cinaladeido, eugenol e linabol. Tem ações antioxidantes e antibactericidas.

Orégano: Possui carcravol e timol como principais princípios ativos. Tem ações antibactericida e antifúngica.

Tomilho: Possui carcravol, timol e geraniol. Ações antibactericidas, antifúngica e antioxidante.

Apesar de muitas espécies vegetais possuírem princípios ativos em comum, suas concentrações variam muito de espécie para espécie, o que pode ser mitigado com a mistura sinérgica da canela e orégano, por exemplo, dentre outras combinações.